Os gestos, os símbolos, o que fazemos, o que dizemos e o que comemos em determinadas épocas constituem rituais que estão associados a tradições e festividades, cujas raízes são, em inúmeros casos, milenares, mas que continuamos a celebrar.
No desfiar dos meses no calendário anual, é curioso observar de que forma estas manifestações culturais, quer seja de índole religiosa ou profana, acompanha os ciclos astrais, o vínculo agrícola e pastoril e as crenças populares ligadas à natureza, por exemplo para pedir a proteção para a comunidade e a fertilidade para a terra, garante da subsistência.
A etnografia surge igualmente ligada às motivações de fé e a lugares carregados de culto, presa às imagens e à comunicação com o sagrado, não se exprimindo apenas em palavras, mas também em gestos, promessas, oferendas e ações coletivas de interajuda.
DOCUMENTOS

NODAR.00818 – Campia: Cantar as Janeiras

NODAR.00878 – Paços de Vilharigues: Grupo de Cantares da Sociedade Musical Cultura e Recreio de Paços de Vilharigues – Cantar os Reis

NODAR.00877 – Paços de Vilharigues: Grupo de Cantares da Sociedade Musical Cultura e Recreio de Paços de Vilharigues – Janeiras

NODAR.00900 – Crasto: Grupo de Cantares do Crasto de Campia – Em coro todos entoamos

NODAR.00899 – Crasto: Grupo de Cantares do Crasto de Campia – Janeiras

NODAR.00906 – Fataunços: Grupo de Cantares de Fataunços – Canção de Boas Festas

NODAR.00905 – Fataunços: Grupo de Cantares de Fataunços – Canção de Reis

NODAR.00898 – Vasconha: Rancho Folclórico “As Capuchinhas de São Silvestre” – Cantar os Reis
