Maria do Carmo nasceu em casa, como era comum na época, na aldeia de Sequeiros, no município de São Pedro do Sul, com o auxílio da parteira, uma velhota de nome Joaquina, que morava no cabo do povo e tinha jeito para ajudar.
No seu caso, herdou o nome da madrinha, tal como também era prática na altura, em que, num gesto carinhoso e de respeito, se pedia a bênção aos padrinhos.
Quando os bebés chegavam aos três meses ou até ao meio ano de idade, conta-nos que se falava com o padre para tratar do batizado. Nesse dia, reunia-se a família em casa e celebrava-se com uma refeição festiva.